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O tempo a razão e a pausa entre as costuras *


Por Vanessa Barone | De São Paulo
Divulgação
Peças de desfiles históricos de Walter Rodrigues: estilista se mostra otimista e diz que tem certeza de que "o deslumbramento diante dos importados vai passar"
A globalização da moda, o aumento da concorrência no varejo interno e o avanço cada vez mais agressivo dos produtos "made in China" fizeram mais uma vítima: o estilista paulista Walter Rodrigues anunciou o fim de sua grife própria. Considerado um dos criadores mais talentosos de sua geração - que despontou no início dos anos 90 -, Rodrigues cansou de brigar com a inevitável mudança no comportamento de consumo de sua clientela. A moda casual está cada vez mais nas mãos das redes de fast fashion. Quem procura por roupas de festa, por sua vez, prefere ostentar um modelo Gucci ou Giorgio Armani no lugar de prestigiar a produção nacional. Vestir um artigo importado dá um status talvez só comparável ao que ocorria no início do século XX - quando roupa boa era sinônimo de roupa vinda de Paris. Coisa normal para um país emergente, dizem os especialistas em consumo. E passageira, na opinião de Rodrigues: "O deslumbramento diante dos importados vai passar", diz o estilista.
Mas, enquanto o deslumbramento não dá sinais de esmorecer, Rodrigues permite-se uma pausa estratégica depois de 20 anos de atuação ininterrupta, desde que partiu para a carreira solo, depois de ter trabalhado na Cori e de ter sido assistente da estilista Clô Orozco, da Huis Clos. Antes da grife que leva o seu nome, Rodrigues criou, com a sócia Áurea Yamashita, a Satori, "uma marca moderna com influência japonesa, roupas retas e básicas, opostas à silhueta em voga, com volumes balonês, inspirados em Christian Lacroix", conforme explica o texto do livro "Coleção Moda Brasileira - Walter Rodrigues", da Cosac Naify.
Silvia Costanti/Valor
Walter Rodrigues: cansaço com a mudança de comportamento da clientela
As roupas de Rodrigues, tanto as de festa quanto as com estilo mais casual, sempre foram marcadas pelo rigor: do corte, da modelagem e do acabamento. O estilista acredita que a moda tem de "contar uma história" e buscou isso fazendo coleções inspiradas em países como China, Peru, Japão e Guatemala. Também foi fundo na busca por referências do próprio mundo da moda, pesquisando trabalhos como o de Madeleine Vionnet, a francesa rainha dos drapeados. Bebendo em fontes das mais diversas, Rodrigues sempre acreditou que o ofício de estilista pede precisão, conhecimento da técnica, sem deixar de ter um "quê" de sonho - em seu caso, construído com a técnica de moulage em tecidos fluidos.
"Mas hoje as pessoas querem qualidade por preço baixo", diz o estilista, que não aprendeu ainda a fazer tal mágica. Uma produção enxuta, um trabalho artesanal e, mais do que tudo, original, tem seu preço. Está ai a moda francesa e seus ícones que não nos deixa mentir. Ocorre que, no auge de talentos como Dior, Balenciaga e Yves Saint-Laurent, não havia Zaras, Top Shops e H&Ms para vender moda a preço de banana. Hoje há. E viver de moda autoral tem sido um trabalho hercúleo.
Divulgação
Outro dos desfiles históricos de Rodrigues: peças sempre marcadas pelo rigor
"Não vou desaparecer", garante Rodrigues. "Mas não quero fazer moda sem estrutura, nem trabalhar para quem não valoriza o original e o precioso." Trabalhar para uma marca consolidada no mercado é uma possibilidade, diz Rodrigues, que nesse meio tempo tem aberto caixas e mais caixas de roupas que recolheu nesses 20 anos - criações suas e de ídolos como o francês Thierry Mugler e a japonesa Rei Kawakubo, da Comme des Garçons. "Somente de Mugler, tenho 120 peças. Fora as de Dior e Balenciaga", diz Rodrigues, que tem guardadas todas as coleções que criou nessas duas décadas de trabalho. "São mais de 1 mil peças. Meu sonho é que isso vá para um museu." Por hora, os moldes, desenhos e referências usadas por ele, desde 1996, foram doados para o Senac, que está fazendo a documentação do material - que certamente conta um pouco da história da moda brasileira. Rodrigues, vale lembrar, faz parte do grupo de jovens estilistas que despontou no início dos anos 90 em eventos como o Phytoervas Fashion. É impossível desvencilhar o seu nome desse momento único da moda brasileira em que as coleções autorais - e não a mera repetição das tendências externas - começaram a ser valorizadas. "O Phytoervas Fashion foi um novo ponto de partida para a moda brasileira, que finalmente abria suas portas para jovens profissionais", escreveu a jornalista Eva Joory, no livro "Coleção Moda Brasileira".
Coordenador do núcleo de Design da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Rodrigues percorre o país inteiro. Assim, conseguiu perceber que o Brasil é composto por estilos muito diversos. "De maneira geral, os criadores brasileiros não sabem ainda trabalhar bem o regionalismo", afirma. "É preciso fazer com a moda o que fizemos, há tempos, com a música: usar instrumentos estrangeiros, mas construir uma melodia com a nossa cara." Do contrário, diz Rodrigues, o que vai restar se não continuar a vender ao mundo as fitinhas de Nosso Senhor do Bonfim e as sandálias de borracha?
*publicado originalmente em www.valor.com.br

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/cultura/2823534/o-tempo-da-razao-e-pausa-entre-costuras#ixzz295J35mfF

Feliz Natal!!!



Olá!

Chegamos ao final de 2010 e podemos dizer que este ano foi realmente 10!
A AROSAVERMELHA, cresceu, conquistou e desenvolveu novas possibilidades em 2010 ao seu lado, por isso não poderíamos deixar de agradecer:


Obrigada pela sua parceria, pela sua fidelidade, pelo seu carinho para com os nossos produtos!


Eles são, realmente ,criados e pensados para você uma mulher como nós, que viveu intensamente esse 2010 e que deseja um 2011 ainda melhor, mais leve e mais alegre!


Um 2011 com mais tempo para viver e ser feliz ao lado daqueles que amamos, fazendo aquilo que gostamos e aprendendo um pouco mais sobre tudo. Vamos nos levar um pouco menos a sério e dar mais gargalhadas dos nossos problemas, vamos ficar mais lindas, mais femininas, mais vaidosas. Vamos manter aqueles que amamos perto de nós e, os que devemos aprender a amar ainda mais perto. Afinal, levamos apenas nosso corpo dos bens que acumulamos na Terra.


E então, dessa vez, vou compartilhar minha frase preferida de final de ano: não se esqueçam do filtro solar e bebam muita água.


Beijos e até breve!

Scarlett e Dita

Semana passada estávamos falando das Pin Ups e, algumas pessoas me questionaram como pude escolher Scarlett e não Dita Von Teese, se Dita com seu visual montado representava melhor a imagem das Pin Ups do que Scarlett Johanson.


Bem, quando se olha de relance talvez, se escolha Dita. Mas, quando deixamos para trás o folclore da Pin Up dos desenhos de Gil Elvegren e Geroge Petty, encontramos as verdadeiras Pin Ups.



Dita tenta recriar as Pin Ups glam dos anos 40 e 50, está presa a um tempo que se foi e não é mais. Uma das lições que se aprende na arte e na moda é olhar para o passado sem perder o momento presente e inventar um futuro. Não dá para parar no tempo e querer ser o que não é mais.
A sensualidad hoje passa por um outro lugar e, não podemos nos equecer que as Pin Ups Mulheres altamente sexys que misturam um jeito de menina e o de mulher com muito charme. É aquele olhar auto confiante e sem arrogância, ou aquele sorriso misterioso de que não existe mistério nenhum. Está no jeito de andar, falar, de se movimentar.
Então, escolho Scarlett sem dúvidas.

bjos e até breve!


Pin Ups! We love it!


Elas povoam o imaginário masculino desde 1890, com sorrisos doces e uma sensualidade despreocupada. As Pin Ups, ou Cheesecake girls, são o encontro perfeito entre os desejos masculinos e o nosso. Afinal, são lindas, estilosas e nunca. nunca magras demais...

As Pin Ups conheceram seu apíce nas décadas de 40 e 50, com garotas como Betty Page, Betty Grable, que teve seu poster usando um maiô, pendurado em todos os armários dos soldados americanos durante a Segunda Guerra Mundial, dados de presente pela revista Esquire.

Além de, claro, a Pin Up mais importante do século XX, Norma Jean ou Marilyn Monroe. Que passou de uma simples atriz desconhecida para o maior símbolo sexual do último século.


Durante a década de 60 BB (Brigitte Bardot), ainda exercia sobre os homens o mesmo fascínio das Pin Ups de então, mas com a entrada da Playboy e a acessibilidade ao nu além das feministas das décadas de 60 e 70, e as Yuppie's Girls da dédacada de 80, as Pin Ups perderam sua força e foram colocadas meio de lado, quase esquecidas, como uma memória de um tempo distante.
Apenas, a partir 2005 é que vemos as Pin Ups reocuparem com força total o posto que lhes cabe. Alguns podem até achar que é um momento de saudosismo que estamos vivendo, outros que se trata de um 'just fashion moment'.
Bem, eu prefiro acreditar, que se trata de um momento de virada que estamos vivendo e que, já cansados dessa espiral maluca de sexo, dorgas e rock'n roll, chegou a hora de rever o mundo que criamos e o que desejamos para nós.
As Pin ups eram lindas e curvilíneas, bem ao contrário do ideal de beleza que as revistas vem propagandeando desde a década de 90 com o "heroín chic."
Ah! E, se eu tivesse de escolher quem é a Pin Up moderna, sem dúvida nenhuma eu apontaria: Scarlett Johanson.










Formas Puras

Depois de muito babado, muita cor, muita estampa, muito romântico, muito tudo... algo de novo começa a inspirar a moda.

Os lisos, os neutros, as formas minmals, que a CK e Francisco Costa, já vinham apresentando a tanto tempo em seus desfiles e que Phoebe Philo a frente da Céline mostrou em seu último inverno.



Essa tendência a sobriedade e as formas puras vem de encontro à mega tendência mundial de retorno à simplicidade da vida, a sobreposição de valores d'alma aos valores do corpo. Sentimentos e idéias que vem de encontro a era do efêmero que vivemos do final séc XIX até esse início de séc XX, mostrando-nos que outras possibilidades existem.

AROSAVERMELHA, que tem como missão deixar as mulheres mais bonitas e contribuir para o bem estar do planeta, apostou nessa idéia e em meio a tantos babados (que fique claro, a gente A-D-O-R-A!), desenvolvemos uma linha que aposta nas modelagens sequinhas e tecidos clássicos, como o algodão, o cachard e a visco bamboo.







Para conhecer essa nossa nova linha basta seguir-nos aqui no blog ou ir até a 11° Edição do Griffe show no Minascentro e conferir tudo ao vivo.
Esperamos vocês!

Vovó já sabia...

Olá meninas!

Tudo bem?

Não sei se vocês repararam como as bocas andam coloridas por aí... Todo mundo usando e abusando dos batons vermelhos em suas mais diversas variações desde os tons mais abertos quase laranja até o vermelho fechado, passando pelo magenta. Todos lindos, lindos!





Eu sei, sei que no início bate uma mega insegurança, principalmente se você for como eu dona de uma boca já naturalmente grande. A primeira vez parece que a sua boca é a única boca do mundo e todos estão olhando para ela.

Pode até ser, mas e daí?!

Afinal, nessa onda de "Power Women" que a moda revive, optando por cores mais neutras e sóbrias nas roupas, o "Power Lip" é um ótimo complemento.

E você se assume linda e poderosa, com aquela boca vermelha super sexy! Totalmente Diva cosmoplita!!!

Pras mais novinhas, na casa dos 20 anos, o lema é hidratação, passe o batom sem marcar a boca (envelhece e fica feio) e de preferência um que seja cremoso e contenha filtro solar na fórmula.

Pras mais balzacas, na casa dos 30, usem e abusem do batom vermelho, apliquem com pincél para delinear lábios e apostem nos batons com fórmulas antiidades e coisa e tal.

Pele Clara: Use batons vermelho vivo, esqueça o blush, passe apenas um rímel preto e se for usar à noite, esfume os olhos com sombras escuras.

Pele Morena Clara: Use batons vermelhos-alaranjados e por favor, blush terroso ok?! Você não vai querer sair por aí como palhaça.

Morenas e Negras: Use batons vermelho-vinho, principalmente a noite, combinando com uma sombra grafite e um blush terroso.

Fiz uma lista dos mais batons vermelhos mais bacanas para você conferirem:









O meu preferido, não é necessariamente um vermelho, mas sim magenta, o Raspberry Mate da contém 1g. Experimentei durante um show e não consegui mais viver sem o meu.


Então, vamos deixar de bobeira, pois após ver um gatíssimo se levantar na mesa do restaurante apenas por causa do meu baton vermelho eu pensei: "Vovó é que tinha razão, batom vermelho é tudo!".

Beijos e não deixem de conferirem as novidades!

Rezem pelo NOSSO Haiti



Olá queridos!

Hoje gostaria de desabafar um pouquinho da minha indignação...Uma indignação que talvez pareça egoísta, mas que não dá para ficar calada.

Eu sei, que pode parcer chato, afinal este é um blog de moda, de diversão e de tendência. E estar conectado com o bem, mais do que tendência é o "estabilishment" da AROSAVERMELHA.

O Brasil está enviando 30 milhões de dólares para o Haiti, mais de R$60.000.000,00. Sim, com todos esses zeros. Se vocês ainda não haviam percebido isso, bem...vamos perceber juntos.

Vivemos em um país com milhões de famintos, com uma educação paupérrima, uma saúde precária, segurança insegura...em que falta verba para tudo. E, em meio a esse turbilhão interno nacional em que o presidente do senado (o ponto alto de nossa democracia)trata o congresso nacional como seu feudo e passa por cima de tudo e todos com o aval do presidente da república que nos diz: "O Sarney não pode ser tratado como uma pessoa comum.",assistimos ao Jornal Nacional(o mais importante jornal televisivo do país) que nos informa do envio de verbas do Brasil para o Haiti.

Para o Haiti???

Mas não foi ontem mesmo que assistimos a milhares de brasileiros largados a esmo em corredores de hospitais por falta de leitos?! Que vimos nossa polícia roubando dos cidadões, porque já se contaminaram pelo crime??? Não foi hoje pela manhã que mais uma escola foi assaltada???

Então, eu me pergunto: Até quando? Até quando nós vamos ficar aqui sentados enquanto o governo brinca com o nosso destino?

O governo deseja uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, e para isso ele deseja comprar, através de caças o apoio do governo frances. Muitas vezes me pergunto se uma criança pode ser adulto. Afinal, para conseguir uma cadeira no conselho de segurança da ONU, mais do que capazes de cuidar do Haiti, deveríamos ser capazes de cuidar da nossa casa, do nosso país.

E agora José?

Pense, mas pense com o coração...

"O mais difícil não é o primeiro beijo,
senão o último...para quem continua apaixonado."

(Paul Geraldy)

Amo, Ame, Amamos todos!

Para viver um grande amor, preciso
É muita concentração e muito siso
Muita seriedade e pouco riso
Para viver um grande amor
Para viver um grande amor, mister
É ser um homem de uma só mulher
Pois ser de muitas - poxa! - é pra quem quer
Nem tem nenhum valor
Para viver um grande amor, primeiro
É preciso sagrar-se cavalheiro
E ser de sua dama por inteiro
Seja lá como for
Há de fazer do corpo uma morada
Onde clausure-se a mulher amada
E postar-se de fora com uma espada
Para viver um grande amor

Para viver um grande amor direito
Não basta apenas ser um bom sujeito
É preciso também ter muito peito
Peito de remador
É sempre necessário ter em vista
Um crédito de rosas no florista
Muito mais, muito mais que na modista
Para viver um grande amor
Conta ponto saber fazer coisinhas
Ovos mexidos, camarões, sopinhas
Molhos, filés com fritas, comidinhas
Para depois do amor
E o que há de melhor que ir pra cozinha
E preparar com amor uma galinha
Com uma rica e gostosa farofinha
Para o seu grande amor?

Para viver um grande amor, é muito
Muito importante viver sempre junto
E até ser, se possível, um só defunto
Pra não morrer de dor
É preciso um cuidado permanente
Não só com o corpo, mas também com a mente
Pois qualquer "baixo" seu a amada sente
E esfria um pouco o amor
Há de ser bem cortês sem cortesia
Doce e conciliador sem covardia
Saber ganhar dinheiro com poesia
Não ser um ganhador
Mas tudo isso não adianta nada
Se nesta selva escura e desvairada
Não se souber achar a grande amada
Para viver um grande amor!

Pensamento do dia!

"Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências."

Osho

Linda...!

Le Ciel Dans Une Chambre

Por MMe. Bruni

Quand tu es près de moi,
Cette chambre n'a plus de parois,
Mais des arbres oui, des arbres infinis,
Et quand tu es tellement près de moi,
C'est comme si ce plafond-là,
Il n'existait plus, je vois le ciel penché sur nous... qui restons ainsi,
Abandonnés tout comme si,
Il n'y avait plus rien, non plus rien d'autre au monde,
J'entends l'harmonica... mais on dirait un orgue,
Qui chante pour toi et pour moi,
Là-haut dans le ciel infini,
Et pour toi, et pour moi

Céu de Primavera


Sabe aquelas noites lindas de primavera, que anunciam o final do frio?
Noites que trazem o céu limpo e sem nuvens e com luas enormes, temperaturas amenas e uma brisa que vem só para refrescar?
Foi em uma dessas noites que encontrei a noite assim...A rua toda enfeitada e em festa, para compartilhar com vocês um pouquinho da nossa primavera!
Aproveitem bastante, porque em breve teremos mais novidades, para noites assim!
Beijos,
Adriana Gontijo

A Sociedade Secreta das Rosas Vermelhas


No quintal de minha vó existiam várias roseiras, todas vermelhas. A paixão de minha vó pelas rosas era tão grande que o nome de sua primeira filha foi: Rosa, que por sinal tinha a pele rosada.
A Rosa cresceu, virou mulher, mudou pra capital, conheceu um homem de pela morena e olhos de jabuticaba.

Se apaixonou e casou.

Eles tiveram uma menina.

Nasci costureira como minha avó, e aos pés de sua máquina de costura inventava um mundo de roupas de boneca para mim.' Inventadeira de moda', dizia meu avô...Panos, linhas e agulhas...Uma mania de flor essa menina!

O velho vestido de noiva de minha madrinha transformado no meu vestido de "Princesa Encantada das Rosas". Dançar pelo quintal das roseiras músicas que só existiam em minha cabeça, valsas de um tempo antigo gravadas na alma. Você consegue escutar?

De tanto dançar com meu vestido de princesa percebi que a Rosa Vermelha, mais alta na roseira ficou com ciúme e, de tão enciumada, rasgou meu pé com seu espinho. O que ela não contava é que, quando rasgou meu pé de menina de 5 anos eu iria também virar rosa.

Nesse pacto silencioso vivi por muito tempo, mas ontem retirei minha máscara e vestida de rosa de flor no cabelo dancei toda a noite. Já não era mais tão secreta assim...

 
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